terça-feira, 8 de outubro de 2013

Atividades que poderão favorecer o desenvolvimento e a aprendizagem do aluno com deficiência intelectual


                                                     BONECO ARTICULADO


Descrição:
As partes do corpo recortadas em cartolina: cabeça, pescoço, tronco, dois
braços, dois antebraços, duas mãos, duas coxas, duas pernas e dois pés. Para
juntar as partes fazendo as articulações, podem ser feitos furos com o furador de
papel e colocadas tachas, que se abrem depois e perfurar o papel. Outra alternativa
é furar as articulações com uma agulha grossa e barbante, e depois dar um nó de
cada lado do barbante.
Estimula
Noção do esquema corporal,
conscientização sobre as partes do corpo e
suas posições, habilidade manual

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Descrição:


braços, dois antebraços, duas mãos, duas coxas, duas pernas e dois pés. Para

juntar as partes fazendo as articulações, podem ser feitos furos com o furador de

papel e colocadas tachas, que se abrem depois e perfurar o papel. Outra alternativa

é furar as articulações com uma agulha grossa e barbante, e depois dar um nó de

DEFICIENCIA INTELECTUAL


Formas criativas para estimular a mente de alunos com deficiência

O professor deve entender as dificuldades dos estudantes com limitações de raciocínio e desenvolver formas criativas para auxiliá-los
 
 

De todas as experiências que surgem no caminho de quem trabalha com a inclusão, receber um aluno com deficiência intelectual parece a mais complexa. Para o surdo, os primeiros passos são dados com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os cegos têm o braile como ferramenta básica e, para os alunos com limitações físicas, adaptações no ambiente e nos materiais costumam resolver os entraves do dia-a-dia.

Mas por onde começar quando a deficiência é intelectual? Melhor do que se prender a relatórios médicos, os educadores das salas de recurso e das regulares precisam compreender que tais diagnósticos são uma pista para descobrir o que interessa: quais obstáculos o aluno enfrentará para aprender - e eles, para ensinar. 

Não adianta insistir em falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).  O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo. 
A meta é que, sempre que possível e mesmo com um trabalho diferente, o aluno esteja participando do grupo. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com algum desafio. Depois, podem-se aumentar as regras, o número de participantes e a complexidade. "A própria sequência de exercícios parecidos e agradáveis já vai ajudá-lo a aumentar de forma considerável a capacidade de se concentrar", comenta Maria Tereza, da Unicamp.